A prova de conceito de três dias abre o trabalho e fecha o dimensionamento de hardware, conectividade e integração. Os {{ prazoMeses }} meses seguintes fabricam as placas, instalam os equipamentos, sobem a plataforma e substituem a prancheta e a lousa por dado em tempo real — em frentes que entram em produção conforme ficam prontas, não só no fim.
O prazo é ditado por duas coisas físicas: a fabricação das placas e a janela de docagem de cada barcaça. Prazo maior valida o piloto antes de produzir e aproveita as paradas que já existem; prazo curto produz em paralelo ao piloto e exige mais gente em campo.
Ajuste o mês de início e a duração de cada frente — o cronograma e a curva de entrega recalculam na hora. Ordem definida pela operação: hardware e conectividade primeiro, porque sem dado chegando não há software para operar.
Cada frente sozinha é um produto de prateleira. Juntas, elas fecham o ciclo: o sensor gera o dado, o planejamento consome, o operador confirma no app e o gestor recebe o desvio no celular antes de alguém precisar perguntar.
Hardware e conectividade abrem o contrato. A plataforma entra assim que o primeiro lote de barcaças passa a transmitir, e as frentes seguintes nascem sobre dado real, não sobre simulação.
Só o valor da prova de conceito está fechado nesta proposta. O CAPEX de hardware e o desenvolvimento são orçados com o levantamento em mãos, e não por estimativa de escritório.
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Tudo o que sustenta a entrega já está no escopo. O que fica fora está declarado abaixo, não descoberto no meio do contrato.
Nenhum destes riscos é hipotético — todos vieram do PRD e da realidade de operar no Amazonas e no Madeira.
A equipe vai a campo com dispositivo e gateway, mede alcance de LoRa entre barcaça e rebocador, testa cobertura 4G no trecho e valida o fluxo de alerta ponta a ponta. Ao fim, a AMAGGI recebe o relatório técnico e o orçamento fechado das nove frentes.